20 de janeiro de 2008

Deu no O GLOBO!!!

O jornal O Globo publicou neste sabado dia 19 de janeiro uma materia, de pagina inteira, com titulo No ar, com a bencao do Cristo que conta um pouco dos nossos voos ao Cristo Redentor








Estou reproduzindo a seguir a materia vinculada no blog O Globo Radical tambem de 19 de janeiro de 2008.


Voo ao Cristo







O cara da foto aí ao lado é Nader Couri, piloto que, pelas suas próprias contas, já deve ter ido ao Cristo Redentor quase 800 vezes em 26 anos de vôo. Apaixonado pela cidade e por esse que é o sonho de dez em cada dez pilotos de asa ou parapente, ele até já transformou sua paixão em filme e, há três anos, lançou o DVD "Asas - Um sonho carioca ", sobre o vôo e a cidade do Rio de Janeiro.

Veja mais fotos aqui


Da Pedra Bonita ao Cristo, são oito quilômetros de pura adrenalina. Quem consegue chegar - e voltar, porque quem fica pelo caminho só tem meia história para contar - até a estátua, entra para o rol de um seleto grupo de pilotos. A primeira vez, diz Nader, é inesquecível:


- A primeira vez que fui ao Cristo, tinha seis meses de vôo. Até hoje, não sei como fui e nem como voltei. Lembro que, quando pousei, peguei o carro e fui para a Lagoa. Fiquei lá, olhando a cordilheira, achando tudo uma maluquice.

Dependendo das condições, o vôo até o Cristo pode demorar 25 minutos ou duas horas. Do piloto, exige-se conhecimento, técnica, paciência, atenção (e a generosidade dos urubus) para encontrar as térmicas que o levará até o Redentor. Tradicionalmente, o percurso é Pedra Bonita-Cochrane-Vista Chinesa-Sumaré-Cristo.


- Às vezes, vamos com uma certa facilidade. Outras, porém, são demoradas e com muita ralação para se manter em vôo. Por isso, é tão mágico e bonito. Chegar até a estátua não tem preço e é realmente um presente de Deus. A volta pode até ser mais difícil, mas nem sentimos tanto - conta Marcelo Almeida, instrutor e piloto de duplo de parapente.


Confira outras fotos de Nader Couri aqui!




Nader Couri em uma de suas idas ao Cristo/ fotos de Nader Couri


O encantamento com a possibilidade de sobrevoar o Cristo é o que une os mais diversos pilotos. Comandante da Gol, o piloto Octavio Fiaes experimenta, há mais ou menos 26 anos, a sensação de passar pelo Cristo tanto dentro de um boeing quanto na liberdade de uma asa delta. O melhor? Ele mesmo responde.


— Na ponte aérea, dá para passar pertinho. A sensação é diferente; dentro do avião você tem conforto, está dentro da cabine. Na asa, tudo é mais brigado, você está sempre atento, preocupado se vai pegar uma térmica ou não, se vai conseguir altura para chegar. É mais adrenalina mas é mais gostoso também - afirma Fiaes. - No começo, era bem mais difícil ir ao Cristo, tinha que ser em uma condição muito boa. Hoje, a gente já está indo em condições que, antes, nem se imaginava. A única coisa que não muda é a vontade de conseguir chegar lá.


Essas e mais histórias sobre o vôo ao Cristo estão na página RADICAIS do jornal O GLOBO de sábado, 19 de janeiro. Vale a pena conferir.

Materia escrita pela reporter Sanny Bertoldo

6 de janeiro de 2008

Primeiro de janeiro de 2008 - Bom comeco....

Assim que o primeiro dia do ano nasceu uma pressão de sudoeste já me fazia imaginar que poderia começar o ano da forma que terminei, voando.





Cheguei em São Conrado pensando que ninguém estaria em condicoes físicas de voar, somente um fissurado como eu. Grande engano, encontrei Geraldo e Octavio prontos pra subir...... Senti um alivio, não sou o unico maluco.


as asas...a minha, do Octavio e do Geraldo


Não demorou e toda a galera começou a chegar. Realmente somos todos uns fissurados incorrigíveis. Fui o primeiro a decolar e logo engatei no rotor da Gávea escalando o paredão pelo setor norte, dali o passeio pela Barra e Itanhanga estava garantido, foram quase 2h de voo no primeiro dia do ano.



video
visual do passeio

O ano começou muito bem